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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

VACINAÇÃO INFANTIL: O QUE MUDOU NO CALENDÁRIO DE IMUNIZAÇÃO PARA 2016

O Ministério da Saúde anunciou alterações nas doses de reforço das vacinas contra meningite e pneumonia e no esquema vacinal da poliomielite e da hepatite A.

O novo ano já começou com novidades no mundo das vacinas: nesta terça-feira (5), o Ministério da Saúde anunciou mudanças no Calendário Nacional de Vacinação. Elas entraram em vigor no dia 4 e valem para postos de saúde de todo o país. "Sempre que temos uma mudança na situação epidemiológica, nas indicações ou na incorporação de novas vacinas, fazemos modificações no calendário", justifica o secretário de Vigilância em Saúde, Antônio Nardi.


PNEUMONIA
A partir de agora, a vacina pneumocócica 10 valente será aplicada em duas doses (aos 2 e aos 4 meses de vida), seguida de um reforço preferencialmente aos 12 meses - mas que pode ser tomado até os 4 anos de idade. Segundo o ministério, estudos recentes mostram que esse modelo tem a mesma efetividade do que o esquema de três doses mais um reforço, adotado até então pelo sistema de saúde pública do Brasil.

Pneumonia
Como era: 3 doses  (2, 4 e 6 meses de idade) e reforço entre 12 e 15 meses.
Como fica: 2 doses - aos 2 e 4 meses e um reforço aos 12 meses.


PÓLIO
No novo calendário, a terceira dose da vacina contra a poliomielite, administrada aos 6 meses de vida, deixa de ser oral e passa a ser injetável, assim como as duas primeiras. Desse modo, as três aplicações iniciais do imunizante são feitas com a versão inativada, elaborada com vírus mortos. Isso reduz ainda mais os riscos de a criança desenvolver a doença, que leva à paralisia infantil. Vale lembrar que a vacina oral poliomielite (VOP) continua sendo utilizada como reforço aos 15 meses, aos 4 anos e anualmente durante a campanha nacional, voltada para os pequenos de 1 a 4 anos de idade.

Poliomielite
Como era: injeção aos 2 e 4 meses e gotinha aos 6 meses. 2 doses de reforço aos 15 meses e aos 4 anos (ambas de gotinha).
Como fica: muda somente que a 3ª dose passa ser a injetável.


MENINGITE
Em relação à vacina meningocócica C (conjugada) - que protege meninos e meninas contra infecções causadas pela bactéria meningococo C -, a mudança está no reforço. Antes, a dose extra era oferecida aos 15 meses; agora, ela deve ser dada aos 12. As primeiras doses continuam sendo feitas aos 3 e aos 5 meses de vida.

Meningite
Como era: 2 doses, aos 3 e 5 meses de idade, com reforço aos 15 meses.
Como fica:2 doses, aos 3 e 5 meses de idade, com reforço aos 12 meses.

HEPATITE A
Em 2016, o esquema da vacina contra essa doença passará a ser feito em dose única, aos 15 meses de vida. Até então, a primeira dose do imunizante era aplicada quando o pequeno completasse 1 ano de idade e o reforço, depois de seis meses. O objetivo, segundo o ministério, é reduzir o número de vacinas injetáveis administradas e o desconforto que elas provocam. A pasta assegura que a mudança não comprometerá a eficácia do medicamento.
    
HPV
Como era: 2 doses para meninas de 9 a 13 anos com intervalo de 6 meses; 3ª dose 5 anos depois.
Como fica: 2 doses com intervalo de 6 meses para meninas de 9 a 13 anos.



Fonte: MDEMULHER – Postado por: Marcos Camargo

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